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28Mai2015

Longen volta a destacar efeitos da crise econômica no setor industrial

Longen volta a destacar efeitos da crise econômica no setor industrial

Em entrevista nesta quinta-feira (28/05) ao programa Tribuna Livre, da Rádio FM Capital, o presidente da Fiems, Sérgio Longen, destacou os investimentos feitos pelo setor no Estado e abordou como a crise econômica está afetando as indústrias estaduais. "Em média, nós últimos três anos, qualificamos mais de 100 mil trabalhadores por ano em todo o Estado e agora temos dificuldades porque o grande inimigo do trabalho é a falta de vontade da população atendida pelos programas sociais, que acabam por tirar os trabalhadores das empresas. Mas, a nossa meta de qualificação está sendo atingida e superada e, neste mês, ampliamos o Senai de Três Lagoas, inauguramos a nova agência do Senai em Sonora e vamos entregar um novo prédio para receber Sesi, IEL e Incubadora Sindical da Fiems em Campo Grande", afirmou.

Sobre o cenário da indústria e o custo Brasil, Sérgio Longen disse que é mais fácil importar um produto do que comprar no Brasil. "O custo brasileiro hoje está fora dos padrões internacionais em todos os segmentos da indústria. Além das regras e normas regulamentadoras, ainda existe uma burocracia, uma demora para instalar uma empresa e inúmeras certidões para se manter um projeto de financiamento. Isso tudo atrapalha a velocidade das empresas, enquanto os produtos importados chegam mais rápido e mais baratos", comentou.

Apesar da crise, o presidente da Fiems ressalta que ainda é possível investir e cita como exemplo o fato de muitas empresas do País estarem buscando fundos de investimentos em outros países. "Nós entendemos que precisamos continuar produzindo, porque o Brasil tem uma tradição muito forte na produção. O agronegócio é muito importante e nesse momento é o que tem salvado a base da economia do Mato Grosso do Sul e do Brasil. E as nossas grandes oportunidades exatamente estão na agroindústria, como os investimentos que chegam ao Estado, como o grupo chinês que vai aplicar recursos de praticamente US$ 1,2 bilhão em Maracaju", destacou.

Ajuste fiscal

Sérgio Longen disse que se o ajuste fiscal for aprovado da forma como está impactará em R$ 1,2 bilhão somente na economia de Mato Grosso do Sul na atividade industrial e comercial. "No nosso entendimento, a palavra ajuste fiscal foi até um nome bonito que eles encontraram para o aumento de impostos, simplesmente, para cobrir o desmantelo e a desorganização das contas públicas", afirmou. 

A carga tributária das empresas hoje é fora de padrão internacional, sendo que 35% dos produtos de consumo interno são importados, ou seja, deixa-se de comprar um produto produzido no Brasil e para comprar um produto importado e mais barato. "O primeiro problema do imposto já começa pelo nome, porque está sendo imposto na vida das empresas e da população. Então, fica cada vez mais difícil produzir com essa carga tributária", pontuou.  

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